Histórico

BIOGRAFIA

  

 Como tudo começou...

 

 

Elisabeth Dusik é gaucha nasceu
em 02 de julho de 1961 em Esteio,
área metropolitana da capital.
Mãe de três filhos trabalha com
terapias integradas desde 1997,
iniciou seu trabalho como
massagista e pesquisadora da energia
vindo a desenvolver trabalhos
ligados ao Reiki, bioenergética
 e cura quântica.

Iniciou no xamanismo em 1998,
 logo após começou a desenvolver
trabalhos de grupo com mulheres.
Ainda em 1998, começou seu trabalho
mais amplo dentro da terapia floral.


Em 2001 passou a lecionar como
professora de massagens de
técnicas de aperfeiçoamento,
auriculoterapia, reflexologia e
bioenergética e tec.orientais.
Fez vários cursos na área de
terapias complementares.

Em 2003 inicia as pesquisas com
as primeiras essências de Lys,
paralelo ao seu trabalho terapêutico.

Em 2005 criou A Jornada da
Deusa Interior com um foco
de vivência integrando
técnicas xâmanicas e de
bioenergética dentro da linha
Reichiana , buscando o
resgate da mulher integral, 
utilizando as essências de Lys,
trabalho este que se realiza
anualmente no mês de maio.


Elisabeth é professora de varias
técnicas de terapias integradas,
 trabalhando na
formação de terapeutas.


 

  

 

 Em toda a minha vida nunca pensei em me tornar o que sou. Mas a vida, junto a nossa divina presença nos conduz a caminhos e pessoas que farão parte da nossa transformação. Entender os caminhos que nos levam a realizar coisas muitas vezes incompreensíveis aos olhos de muitos, é um desafio daqueles que buscam seguir um chamado, uma voz, uma intuição, um sonho, uma luz. Não se pode explicar este sentir, esta certeza, se não estivermos plenamente conectados com nossos corações, e acreditarmos na luz divina.
Somos questionados por dúvidas e medos, que são os reflexos, as sombras da nossa própria luz.
Não é fácil vencer nossos monstros internos, nosso ego, e entregar-se plenamente com confiança e certeza de que fazemos o que é correto.
Confiar faz parte da entrega, de ser verdadeiro, seguindo aquele sentimento de emoção e gratidão para cada dificuldade vencida, para cada experiência que expande e ancora.
Muitas vezes duvidei da minha capacidade criativa. Não me achava merecedora de tamanha responsabilidade e por varias vezes pensei serem devaneios as minhas percepções.
Mas como somos todos filhos da fonte que tudo é, e estamos ligados pela teia da vida, muitas vezes a duvida me assaltava fazendo com que eu quisesse fugir desta responsabilidade, mas a fé brotava forte e latente em meu coração, e cada vez mais recebia respostas claras e definitivas que era este o caminho.
A libélula guiou meu coração na compreensão de dissipar o véu da ilusão e ver as lindas cores refletidas nas suas asas. O beija flor me apontou a flor o lugar da colheita e a alegria de servir. A vovó aranha que tece a teia da vida, me fez entrar em contato com a sábia anciã que havia dentro de mim e tomar coragem de enfrentar meus medos. Que sejam eles os mensageiros da trindade, e que através deste trabalho, desta sintonia, auxiliem cada um a despertar no coração aquilo que for necessário ao seu campo de consciência, de vir a ser para servir, para como co-criadores da própria existência construirmos algo melhor e auxiliar no resgate deste amado planeta Terra. A borboleta chegou no momento de ancorar a transformação e concretizar este trabalho dentro do quatro, como os quatro elementos, trazendo o entendimento do final do ciclo. O amadurecimento necessário veio através da tartaruga, não como mensageira da colheita, mas como maturidade do trabalho e serviço, formando assim o divino cinco. A partir daí tornei-me um agente de transformação.
Tornei-me terapeuta em 1996, começando pela massoterapia e não parei mais, pois dentro de mim emergia alguém que eu não conhecia, mas ansiava conhecer. A procura da espiritualidade começou muito antes, a mais de 20 anos, pois minha inquietante alma buscava incessantemente respostas e minha intelectualidade brigava com a sensitividade que existia em mim. Nas minhas andanças alguém disse que o terapeuta é um ser ferido que na busca da cura para si ajuda muitos a praticar a auto-cura.
Em 1998 fiz o curso de formação em terapeuta floral, que me proporcionou o conhecimento que permitiu à interação do meu profundo amor a natureza com uma grande ferramenta para consciência e evolução. Os florais fizeram uma revolução na minha vida pessoal e profissional e não parei mais de procurar conhecer tudo sobre plantas, flores, energia e auto-conhecimento.
Em 1999, comecei a trabalhar com o feminino dentro de um contexto de vivências e comecei a ter insights com plantas e árvores. Depois de achar que eram devaneios, comecei a me aprofundar, estudando bioenergética, metafísica da saúde, e muitas outras terapias complementares.
Em 2003 na época em que estava fazendo um trabalho bastante profundo de caminhada interna canalizei as duas primeiras essências. Estas duas plantas haviam nascido espontaneamente em minha casa como se fossem um presente. Com o tempo descobri que eram realmente presentes, pois tudo que nasce perto de nós é pertinente ao nosso campo, tendo uma ligação direta com nosso ser. Fiz a matriz e partir daí começou minha pesquisa, totalizando neste ano oito essências. Houve uma parada, no período em que eu estava envolvida com outros estudos. Mas foi precisamente em 2004 quando eu fazia A jornada da Deusa interior, que eu adquiri um conhecimento maior sobre o feminino e a dor que as mulheres carregam, e revivendo meus próprios dramas, minha consciência dava mais um salto de entendimento.
Comecei a trabalhar forte com os florais, e cada vez mais me apaixonava pelas mudanças que ocorriam em mim e nos meus pacientes. Fiz minha grande cura feminina, através da Jornada da Deusa e o conhecimentos sobre florais.
Em 2005 passei por grandes transformações, e meu trabalho se voltava forte para vivências Xâmanicas e do feminino. Em 2006 o ano começou intenso, com sonhos e visões das flores e os locais que devia buscá-las. Estes locais foram em sua maioria na serra gaúcha, mata atlântica ou locais em que pessoas sensíveis e especiais possuíam tamanho respeito pelas plantas que seu Deva era só gratidão.
Comecei a sentir as flores e a colhê-las, fazendo a matriz e armazenando-a. Quando a dúvida assaltava meu coração eu ouvia a voz dos mestres dizendo-me para não temer, que era época de colheita e que eu não perdesse tempo, pois na hora certa tudo se resolveria. Então neste ano perdi minha amada mãe, entrei em depressão e queria negar meu processo de luto. Dentro de mim tudo estava desmoronando, quase fiquei sem base, sem força, mas os sonhos e as percepções não pararam, pois era época de colheita e eu precisava encontrar as essências. As plantas foram colhidas com todo amor, gratidão e respeito, algumas já pesquisadas por outros terapeutas. Veio então minha insegurança novamente, pois jamais pensei em ser uma co-criadora. Mas fui sendo cada vez mais conduzida por esta senda e então novamente o mestre se fez presente dizendo que a intenção junto ao Deva da planta iria proporcionar a cura e que mesmo as plantas já conhecidas, em outros sistemas agem de diferentes formas e propósitos, pois agem no campo de vir a ser, ou seja, no campo da consciência e cada co-criador possui uma capacidade e uma intenção especifica, pois este é o propósito de cada ser. Me acalmei e continuei a jornada,chegando até aqui...
Que os Florais de Lys sejam mais uma ferramenta de despertar consciencial, e que as flores da Essências de Lys encontrem no campo da consciência de cada ser a virtude necessária para a transformação e ancoramento de luz.
Que seja mais uma porta de amor e compaixão no processo ascensional.
Que amada Mãe Maria e o amado Cristo estejam sempre em nossos corações, e que possamos seguir a mensagem que somente o amor é a cura para todos os males, o AMOR INCONDICIONAL, o amor sem condições.
                                                                            Elisabeth Dusik